Choque de (Des) ordem
No início de 2009 tivemos mudanças na prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, saindo o até então prefeito Cesar Maia (depois de praticamente um Império de 12 anos, se computarmos o período governado pela aberração do Conde, que é basicamente a mesma coisa, o tempo de dinastia aumenta para 16 anos) e assumindo Eduardo Paes, que outrora foi subprefeito da Barra da Tijuca. A realização mais importante até aqui da gestão do atual prefeito foi a operação “choque de ordem” em que é reprimido o comércio irregular, combatendo as barraquinhas que vendem comida e artigos, chamemos de “genéricos” que são vendidos por toda a cidade e as construções que foram erguidas sem o devido alvará, sendo assim feitas de maneira ilegal, estão sendo derrubadas, voltando assim a figura do “prefeito bota abaixo” título dado ao antigo prefeito Pereira Passos.
Quando ando por essa cidade fico me perguntando: Cadê esse choque de ordem? Pois o que vejo no Rio de Janeiro é absolutamente o inverso, é o Império da Desordem Urbana!!E isso chegando a níveis cada vez mais absurdos. Cada vez mais as ruas estão mais esburacadas, ainda mais com as obras da Cedae por toda a cidade. Sem contar também o trânsito que é completamente absurdo, com o tamanho dos engarrafamentos aumentando diariamente e uma guarda municipal perdida, mostrando que nem do trânsito eles sabem tomar conta.
Falar em choque de ordem numa cidade como o Rio de Janeiro parece piada, é só dar uma bela caminhada pela cidade e constatar tudo isso que estou dizendo (de preferência faça esse passeio de ônibus para ver a desordem urbana em limites que nenhuma ordem de grandeza dará conta de registrar). Temos praticamente 6 meses decorridos de governo do Eduardo Paes e o choque de ordem nem chegou perto das regiões “patinho feio” da cidade do Rio de Janeiro, como Madureira por exemplo, onde a incidência do comércio ilegal é bastante alta.
Concordo plenamente que o comércio ilegal não deve ser permitido, porém algumas coisas sobre isso merecem ser ditas: Praticamente todas as emissoras de TV publicavam a forma pela qual os alimentos vendidos pelas barraquinhas de ruas eram vendidos e todos ficavam chocados, e com razão, agora porque não vão no Mc Donalds e vejam a forma na qual a comida de lá é preparada? Sendo que a toda hora vemos notícias de clientes insatisfeitos com alguma coisa encontrada nos hambúrgueres comercializados por essa empresa. Eu mesmo já presenciei pessoas ao meu lado reclamando da qualidade de algum dos itens do hambúrguer de lá. Outro exemplo são essas pastelarias chinesas, alguém tem coragem de comer nesses lugares? É apenas sentar numa cadeira e ver a poeira acumulada por todos os lados, fora a qualidade dos salgados de lá, mas isso a imprensa não publica.
Quanto aos CDs ilegais, também vendidos pelos camelôs, estes prejudicam apenas aos donos de gravadoras, que já enriquecem aos montes explorando os cantores que a elas pertencem, ganhando dinheiro em cima de seus trabalhos. Basta pegar qualquer entrevista feita com o cantor Lobão falando desse assunto, no qual, segundo ele, as gravadoras repassam para os cantores apenas 0,01 centavo de real por cada cd que consegue ser vendido, se pensarmos no preço médio de 30 reais por cd já dá para imaginar o quanto esses sovinas faturam, logo o mal causado pela falsificação não é tão ruim quanto a imprensa publica. Sem contar que o mercado ilegal emprega milhões de pessoas, e acabar com isso em tempos de crise é burrice, portanto ao invés do atual prefeito se preocupar em lesar milhares de pais de família deveria era desenvolver formas de gerar mais empregos, que aliás é uma das atribuições do Estado, e daí fazer verdadeiramente um choque de ordem e não esse espetáculo dantesco que vimos diariamente.
Quando ando por essa cidade fico me perguntando: Cadê esse choque de ordem? Pois o que vejo no Rio de Janeiro é absolutamente o inverso, é o Império da Desordem Urbana!!E isso chegando a níveis cada vez mais absurdos. Cada vez mais as ruas estão mais esburacadas, ainda mais com as obras da Cedae por toda a cidade. Sem contar também o trânsito que é completamente absurdo, com o tamanho dos engarrafamentos aumentando diariamente e uma guarda municipal perdida, mostrando que nem do trânsito eles sabem tomar conta.
Falar em choque de ordem numa cidade como o Rio de Janeiro parece piada, é só dar uma bela caminhada pela cidade e constatar tudo isso que estou dizendo (de preferência faça esse passeio de ônibus para ver a desordem urbana em limites que nenhuma ordem de grandeza dará conta de registrar). Temos praticamente 6 meses decorridos de governo do Eduardo Paes e o choque de ordem nem chegou perto das regiões “patinho feio” da cidade do Rio de Janeiro, como Madureira por exemplo, onde a incidência do comércio ilegal é bastante alta.
Concordo plenamente que o comércio ilegal não deve ser permitido, porém algumas coisas sobre isso merecem ser ditas: Praticamente todas as emissoras de TV publicavam a forma pela qual os alimentos vendidos pelas barraquinhas de ruas eram vendidos e todos ficavam chocados, e com razão, agora porque não vão no Mc Donalds e vejam a forma na qual a comida de lá é preparada? Sendo que a toda hora vemos notícias de clientes insatisfeitos com alguma coisa encontrada nos hambúrgueres comercializados por essa empresa. Eu mesmo já presenciei pessoas ao meu lado reclamando da qualidade de algum dos itens do hambúrguer de lá. Outro exemplo são essas pastelarias chinesas, alguém tem coragem de comer nesses lugares? É apenas sentar numa cadeira e ver a poeira acumulada por todos os lados, fora a qualidade dos salgados de lá, mas isso a imprensa não publica.
Quanto aos CDs ilegais, também vendidos pelos camelôs, estes prejudicam apenas aos donos de gravadoras, que já enriquecem aos montes explorando os cantores que a elas pertencem, ganhando dinheiro em cima de seus trabalhos. Basta pegar qualquer entrevista feita com o cantor Lobão falando desse assunto, no qual, segundo ele, as gravadoras repassam para os cantores apenas 0,01 centavo de real por cada cd que consegue ser vendido, se pensarmos no preço médio de 30 reais por cd já dá para imaginar o quanto esses sovinas faturam, logo o mal causado pela falsificação não é tão ruim quanto a imprensa publica. Sem contar que o mercado ilegal emprega milhões de pessoas, e acabar com isso em tempos de crise é burrice, portanto ao invés do atual prefeito se preocupar em lesar milhares de pais de família deveria era desenvolver formas de gerar mais empregos, que aliás é uma das atribuições do Estado, e daí fazer verdadeiramente um choque de ordem e não esse espetáculo dantesco que vimos diariamente.

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